Todos festejamos a chegada de um novo ano. Mas por quê? Não sabemos o que virá com ele. Sempre que pergunto a alguém se ela trocaria uma certeza por uma incerteza, ela me diz que não. E por quê? Medo!
Então por que não tememos o novo ano? Ele pode vir cheio de surpresas, trazendo coisas improváveis e sabe-se lá mais o que. Mas o recebemos de braços abertos e dizendo que tudo que está por vir será bom.
Doce ilusão. Doce ilusão.
A certeza de que tudo será perfeito nesse novo ano é como uma face na água. Uma doce ilusão do real [Redundante, não?]. Mas todos nós temos de sonhar e almejar novas metas. Não quero dizer que não devemos crer em boas novas no novo ano. Sim. Eu creio que muitas coisas boas estão por vir. Mas também estou aguardando o soco na cara e me preparando para o que possa acontecer. Não desejo isso para mim nem para ninguém. Mas estejamos preparados.
Não quero você se afogando no próprio choro porque esperava que esse ano fosse perfeito.
Este ano SERÁ perfeito. Tal qual todos os outros anteriores. Estamos vivos e é tudo. É, sobretudo, a lei da infinita highway.
Tudo pode acontecer. E o que aconteceu no ano anterior pode se repetir. As besteiras que fizemos não podemos consertar. Mas aprendemos com elas e vamos fazer um ano melhor. Sim. O que estiver ao meu alcance para tornar tudo melhor, eu farei.
Longos dias e belas noites.
Sem mais, adeus ano velho.
Tchau astral estranho, deu pra ti.
Data: 17/12/10
Saulo Andre Rodrigues
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Ao amor!
O que é adoecer? É não ter saúde?
Então o que é saúde? É não ter doença?
Adoecer é não sorrir, é ser triste. Dizem que a depressão é a doença do século, mas existem medicamentos para tratá-la.
E a solidão? Não tem droga nenhuma que a impeça de aparecer. Mas existem remédios e o mais simples é não adoecer. É sempre sorrir, sempre ser alegre. Uma pessoa solitária é assim por se trancar em seu mundo e impedir que os outros se aproximem. Criar uma espécie de barreira mágica que impede a entrada dos mais fortes sentimentos. Talvez por medo de perder alguém ou por medo de se machucar.
Isso faz com que tenhamos medo de nos alegrarmos, de sermos felizes. E esse é o 2º melhor remédio, a felicidade. O melhor é amor. Não importa sua religião, sua raça, tampouco sua opção sexual. Ame.
Ame os que estão perto de ti. Ame os que estão longe. Ame os que estão por vir. Ame os que já se foram. Todos são importantes, afinal, “nós somos o amor”, como já dizia Carlos Drummond.
Não importa se você tem ‘saúde’ mas não é feliz ou não ama, muito em breve vai estar doente. Foi isso mesmo o que definimos como doença?
Não importa mais. O sorriso é o melhor método para prevenção. A felicidade é o tratamento. O amor... Ah, o amor! Esse é a cura para todos os males.
Você acha que ninguém jamais se importou com você? Isso não importa. O mais importante é você. Você é o amor. Num reino dos sentimentos, tu serias o mais nobre dentre eles. O rei.
Ah... o amor!
Um brinde. Um brinde à emoção mais pura. Àquela que deu origem à vida. Àquela que é vida. Àquela... À... A... Amor.
Saulo Rodrigues 03/12/2011
Então o que é saúde? É não ter doença?
Adoecer é não sorrir, é ser triste. Dizem que a depressão é a doença do século, mas existem medicamentos para tratá-la.
E a solidão? Não tem droga nenhuma que a impeça de aparecer. Mas existem remédios e o mais simples é não adoecer. É sempre sorrir, sempre ser alegre. Uma pessoa solitária é assim por se trancar em seu mundo e impedir que os outros se aproximem. Criar uma espécie de barreira mágica que impede a entrada dos mais fortes sentimentos. Talvez por medo de perder alguém ou por medo de se machucar.
Isso faz com que tenhamos medo de nos alegrarmos, de sermos felizes. E esse é o 2º melhor remédio, a felicidade. O melhor é amor. Não importa sua religião, sua raça, tampouco sua opção sexual. Ame.
Ame os que estão perto de ti. Ame os que estão longe. Ame os que estão por vir. Ame os que já se foram. Todos são importantes, afinal, “nós somos o amor”, como já dizia Carlos Drummond.
Não importa se você tem ‘saúde’ mas não é feliz ou não ama, muito em breve vai estar doente. Foi isso mesmo o que definimos como doença?
Não importa mais. O sorriso é o melhor método para prevenção. A felicidade é o tratamento. O amor... Ah, o amor! Esse é a cura para todos os males.
Você acha que ninguém jamais se importou com você? Isso não importa. O mais importante é você. Você é o amor. Num reino dos sentimentos, tu serias o mais nobre dentre eles. O rei.
Ah... o amor!
Um brinde. Um brinde à emoção mais pura. Àquela que deu origem à vida. Àquela que é vida. Àquela... À... A... Amor.
Saulo Rodrigues 03/12/2011
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
O Livro da Vida
É importante virarmos uma página de nossa vida. É importante deixarmos algo para trás para poder continuar uma vida nova a partir dali. É necessário. Pode ser triste e doloroso, mas é necessário. Não te prendes ao passado porque é provável (Eu disse provável) que ele te traga muitas mágoas, apenas guarda o que ficou de bom e aprende com isto.
Vira a página. Pronto? Percebes agora como é branca e limpa a folha que se segue? Tudo bem que tem uns rabiscos meio claros nesta página, mas é por que o que ficou pra trás foi escrito com força na tua vida. E nenhuma borracha ou corretivo vai tirar esses rabiscos, eles já estão escritos. Só se você pulasse várias folhas de uma vez, várias etapas de tua vida seriam passadas em branco por causa de um rabisco antigo e o livro da existência ficaria mais curto e com pouca história para contar.
Então viva um dia por vez, vire uma página por vez. Alguns já leram a ultima frase de seu livro, e sabem como ele termina. Alguns não têm a curiosidade de saber e preferem se surpreender a cada palavra lida e cada folha virada. Viva. Surpreenda-se com o improvável.
Sabe... Eu tava pensando naquilo que está na folha anterior, escrito com força. Inconscientemente ele pode te ajudar a escrever nessa nova folha, citandos coisas da etapa passada que passam aos teus olhos quase que imperceptivelmente, mas o teu cérebro consegue captar. E você pode escrever, sem perceber, uma história parecida com a anterior, ou quem sabe até “decalcar”! Será que vale a pena? É PROVÁVEL que não. Mas pode ser que sim, quem sabe =p.
Você sabe como termina a folha anterior, não sabe? Por exemplo, como diria o grande sábio (Cujo nome não me lembro), “não se pode desfazer um fim, mas se pode fazer um novo começo e mudar o fim”... Ou sei lá, mas é por aí! Enfim, você sabe do passado, então o use pra fazer uma nova história, e a teu favor! Sem os erros da história antiga. Mas não rasga essa folha, escreve nela mesmo com os rabiscos, mas escreve. Viva um dia por vez, mas viva!
Ou então só pega aquelas palavras principais da outra folha e usa nessa agora pra o texto ficar mais coeso e interessante de se ler.
Mas você também pode esquecer tudo aquilo da folha anterior, mesmo estando marcado ainda na tua folha atual. Vai escrevendo pra matar o tempo e aí vai virar novamente a folha, sem muitos acontecimentos desta vez e aquela marca pode sumir. E aí você ta mais livre do que nunca para escrever o que quiser (Ou o que lhe cabe). Pois nós até podemos ser o escritor, mas é Deus quem guia a caneta. É fato que irás sempre se lembrar dos personagens do teu livro, até dos coadjuvantes e do policial que morre na primeira meia hora do filme (Se isso fosse um cinema).
Cabe a você tentar usá-los novamente neste novo capítulo, se eles não estiverem ocupados fazendo outras coisas ou em outros livros. Um personagem que é descrito em dois livros ao mesmo tempo, acaba se tornando inútil, pois não irá conseguir se dedicar a nenhum dos dois, e nem irá escrever o seu próprio.
Se você for um bom escritor, vão pedir para assinar o seu nome no exemplar que compraram do teu livro. Vão pedir para você fazer parte da vida delas. Mas nem sempre isso acontece, e você tem que ler outros livros além do seu. Não viva só para você, você não vai ser feliz assim.
Faça parte de outros livros, até papeis importantes, mas não se esqueça que você tem que escrever o seu ao mesmo tempo. Quem sabe vocês agora não viram sócios a partir de então e escrevem um livro juntos, e as duas histórias tenham um mesmo final? Isso se chama parceria, amizade, amor.
Seja legal com seus leitores, mas não dê a eles sempre o que querem, faz a tua história. Porque não vais conseguir agradar a todos com o teu estilo singular. Não é sempre que vão amar o teu personagem mais estimado. Ele pode ser odiado pelos leitores, amados, ou passado despercebido. Mas se pra algum leitor, ele foi importante, teu papel foi cumprido.
Escreve o teu livro, página por página, com enigmas, tristezas, romances, batalhas, comédias e tudo que tiver direito. Entretanto, algumas folhas são arrancadas às vezes para escrever outra por cima, e quem sabe você não já tinha pensado no que ia escrever e posto num rascunho. Esses esboços nem sempre se encaixam com o que teu personagem desenvolve sem você mesmo perceber. Não esqueces que não és tu que guia a caneta, é Ele.
Enfim, faz de tua vida um livro aberto, mas os rascunhos é melhor guardar na tua mente, onde ninguém poderá encontrar: quem sabe isso não deva incluir você também, não é? Cuidado com os esboços e passe as páginas da tua vida uma por uma.
Saulo André
21/03/2009
Vira a página. Pronto? Percebes agora como é branca e limpa a folha que se segue? Tudo bem que tem uns rabiscos meio claros nesta página, mas é por que o que ficou pra trás foi escrito com força na tua vida. E nenhuma borracha ou corretivo vai tirar esses rabiscos, eles já estão escritos. Só se você pulasse várias folhas de uma vez, várias etapas de tua vida seriam passadas em branco por causa de um rabisco antigo e o livro da existência ficaria mais curto e com pouca história para contar.
Então viva um dia por vez, vire uma página por vez. Alguns já leram a ultima frase de seu livro, e sabem como ele termina. Alguns não têm a curiosidade de saber e preferem se surpreender a cada palavra lida e cada folha virada. Viva. Surpreenda-se com o improvável.
Sabe... Eu tava pensando naquilo que está na folha anterior, escrito com força. Inconscientemente ele pode te ajudar a escrever nessa nova folha, citandos coisas da etapa passada que passam aos teus olhos quase que imperceptivelmente, mas o teu cérebro consegue captar. E você pode escrever, sem perceber, uma história parecida com a anterior, ou quem sabe até “decalcar”! Será que vale a pena? É PROVÁVEL que não. Mas pode ser que sim, quem sabe =p.
Você sabe como termina a folha anterior, não sabe? Por exemplo, como diria o grande sábio (Cujo nome não me lembro), “não se pode desfazer um fim, mas se pode fazer um novo começo e mudar o fim”... Ou sei lá, mas é por aí! Enfim, você sabe do passado, então o use pra fazer uma nova história, e a teu favor! Sem os erros da história antiga. Mas não rasga essa folha, escreve nela mesmo com os rabiscos, mas escreve. Viva um dia por vez, mas viva!
Ou então só pega aquelas palavras principais da outra folha e usa nessa agora pra o texto ficar mais coeso e interessante de se ler.
Mas você também pode esquecer tudo aquilo da folha anterior, mesmo estando marcado ainda na tua folha atual. Vai escrevendo pra matar o tempo e aí vai virar novamente a folha, sem muitos acontecimentos desta vez e aquela marca pode sumir. E aí você ta mais livre do que nunca para escrever o que quiser (Ou o que lhe cabe). Pois nós até podemos ser o escritor, mas é Deus quem guia a caneta. É fato que irás sempre se lembrar dos personagens do teu livro, até dos coadjuvantes e do policial que morre na primeira meia hora do filme (Se isso fosse um cinema).
Cabe a você tentar usá-los novamente neste novo capítulo, se eles não estiverem ocupados fazendo outras coisas ou em outros livros. Um personagem que é descrito em dois livros ao mesmo tempo, acaba se tornando inútil, pois não irá conseguir se dedicar a nenhum dos dois, e nem irá escrever o seu próprio.
Se você for um bom escritor, vão pedir para assinar o seu nome no exemplar que compraram do teu livro. Vão pedir para você fazer parte da vida delas. Mas nem sempre isso acontece, e você tem que ler outros livros além do seu. Não viva só para você, você não vai ser feliz assim.
Faça parte de outros livros, até papeis importantes, mas não se esqueça que você tem que escrever o seu ao mesmo tempo. Quem sabe vocês agora não viram sócios a partir de então e escrevem um livro juntos, e as duas histórias tenham um mesmo final? Isso se chama parceria, amizade, amor.
Seja legal com seus leitores, mas não dê a eles sempre o que querem, faz a tua história. Porque não vais conseguir agradar a todos com o teu estilo singular. Não é sempre que vão amar o teu personagem mais estimado. Ele pode ser odiado pelos leitores, amados, ou passado despercebido. Mas se pra algum leitor, ele foi importante, teu papel foi cumprido.
Escreve o teu livro, página por página, com enigmas, tristezas, romances, batalhas, comédias e tudo que tiver direito. Entretanto, algumas folhas são arrancadas às vezes para escrever outra por cima, e quem sabe você não já tinha pensado no que ia escrever e posto num rascunho. Esses esboços nem sempre se encaixam com o que teu personagem desenvolve sem você mesmo perceber. Não esqueces que não és tu que guia a caneta, é Ele.
Enfim, faz de tua vida um livro aberto, mas os rascunhos é melhor guardar na tua mente, onde ninguém poderá encontrar: quem sabe isso não deva incluir você também, não é? Cuidado com os esboços e passe as páginas da tua vida uma por uma.
Saulo André
21/03/2009
Assinar:
Postagens (Atom)